terça-feira, 25 de novembro de 2014

3 em 1, e tal...

Hoje começo a trabalhar no continente. 45 minutos para "jantar", sair da agência a correr e entrar nas caixas, e, mais tarde, chegar a casa pela meia noite e acordar de manha cedo para estudar ou ir às aulas. Até 31 de Dezembro, esta vai ser a minha vida.
O tempo para aqui estar vai ser menor mas vou fazer o possível para continuar por perto. Vai ser difícil, especialmente estar longe do Raphael precisando tanto do apoio dele, mas tenho que conseguir!

sábado, 22 de novembro de 2014

sempre só

o sol esconde-se e a lua sobe no céu. é de noite e eu estou só. o mundo não sente a falta de mais uma alma penada como a minha. sinto-me vazia. não só de negro se cobriu o céu como também o meu coração, o meu olhar. os olhos não contêm mais as lágrimas e, neste momento, só quero fingir que não existo. "para mim, vais sempre existir mesmo que queira fingir o contrário" dizias para me contrair, mas chega o fim do dia e não estás aqui. nem fisicamente nem em pensamento. se te recordasses de mim mostrar-mo-ias. as lágrimas atropelam-se uma e outra vez sem parar e, quando penso que já tudo terminou, começam de novo sem dó de mim. a cabeça dói, o coração dói, o corpo dói e só quero que esta dor acabe de uma vez por todas. só quero que isto acabe de uma vez por todas. só quero desaparecer.

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

drowning in slow motion

tenho medo. não me peças para não ter quando é mesmo complicado pensar no futuro e não temer. é mesmo complicado abraçar-te e pensar que em breve vou deixar de poder ser recebida com um sorriso nos teus braços durante tanto tempo. é complicado evitar deitar-me e pensar que, em breve, nem cabeça vou ter para te mandar um mensagem de boa noite. nem cabeça nem tempo vou ter para chorar e descarregar... e eu sofro por antecipação. preferia não sofrer, preferia ser como tu, mas sou fraca e não posso ser, tenho que aguentar. tenho que sorrir como se a minha vida fosse um mar de rosas sem espinhos quando, no entanto, vejo mais espinhos que rosas. sinto mais espinhos a cortar-me a pele sem piedade que rosas a colorir o meu olhar. antes fosse isto um melodrama. sou uma fraca e peço-te desculpa por isso. peço-te desculpa por ter vontade de desistir de tudo inclusive de mim. e só gostava e que chorar chegasse para descarregar e conseguir colocar um sorriso mais credível no rosto.

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

work harder

Sabem quem é que segunda-feira vai, mais uma vez, assinar contracto para reforço de caixa no Continente? Me, myself and I! Agora vai ser trabalho redobrado mais o estudo até, pelo menos, o Natal - ainda não sei o período. Isto significa chegar a casa por volta das 00h30 / 1h00, e acordar às 8h... Mas vai valer a pena. Desejem-me sorte!

ah! também significa que vou ter que me despedir das unhas compridas porque, por experiência, já sei que vou parti-las todas.

terça-feira, 18 de novembro de 2014

music tastes

Digam-me músicas que gostem, seja em português, inglês... as primeiras que vos vierem à cabeça!

domingo, 16 de novembro de 2014

cofres velhos e as suas manias!

Lembram-se do quanto desesperei neste dia por causa do cofre? Tudo começou por eu não conseguir reabrir o local onde inseria a chave para verificar se tinha feito tudo correctamente e, por isso, achei que tinha bloqueado aquilo... Então não é que eu não tinha feito nada de mal e aquela porcaria tinha um "truque" para ser aberta? E eu, como nunca abro o cofre e só o fecho no fim do dia, não fazia a mínima ideia!
E pronto, é isto, fica uma pessoa a achar que estraga um cofre antes de fazer sequer um mês que começou a trabalhar porque o raio do bicho quer festinhas para abrir... vida a minha!

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

"não penses em nada, como um burro a olhar para um palácio"

13/6/2014
num segundo sorria e, no seguinte, o mundo tinha caído aos meus pés. as lágrimas atropelavam-se e eu, indefesa e incapaz de as impedir, sufocada nelas deixava-me perder as forças. precisava dos teus braços e tendo-os ali abertos para me receber, ainda menos resistia a esconder os meus sentimentos. obrigaste-me a olhar-te nos olhos e respirar fundo. mais que uma vez as lágrimas voltaram. "concentra-te na minha cara. não penses em nada, nem mesmo que estás a olhar para mim, olha simplesmente." disseste e eu sem questionar o fiz. "podes rir-te!" e eis que uma gargalhada se deixou soltar. "podes chorar." e sem aviso prévio várias lágrimas se viram autorizadas a sair em liberdade. repetiste o processo e comecei a não obedecer e rir sempre que algo dizias. falaste no nosso futuro, em nós e na quantidade de tempo que temos juntos pela frente. fizeste-me sorrir com esperança e mostraste-me que mesmo não mostrando, também tu sofres em silêncio com isto. e ainda que a vontade de retomar o choro fosse imensa, fizeste-me sentir bem. num impulso parti de lágrimas nos olhos sabendo que, desse modo, te deixava livre para seguires o teu caminho. acelerei ao máximo o passo e só olhei para trás quando sabia que já não estarias lá. limpei as lágrimas e deixei que o coração sorrisse e eu me sentisse uma sortuda por te ter encontrado.
o que a música uniu, ninguém separa.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

"wishing you were somehow here again"

Sinto falta de quando tínhamos tempo e espaço para nós. Sinto falta do quarto universitário e das noites pouco dormidas. Sinto falta das pipocas e dos filmes que víamos abraçados debaixo dos cobertores. Sinto falta da tua presença na minha cama e do teu cheiro intenso nos lençóis da tua. Sinto falta de te mandar arrumar o quarto e pedir desculpa pela desarrumação do meu. Sinto falta das horas de conversa e dos almoços preparados por um para o outro.
Sei que a possibilidade de termos uma oportunidade para ter isso tudo de volta por uma noite ou por um dia é incerta. Quase mas não impossível. Parte de mim sabe que quando essa oportunidade aparecer muita coisa vai ser diferente. Talvez a cumplicidade seja a mesma mas vai haver aquela presença da saudade. Vai haver a insegurança que deixas-te de impedir que eu tivesse. Vai haver uma maior procura do afecto do outro. E eu tenho medo. Não sei isso vai ser mau ou bom. Apenas sei, por experiência, que vai ser assim. Contudo, preciso dessa oportunidade. Precisamos.
Parte de mim desfalece por não ter direito ao aconchego dos teus braços. Parte de mim perde-se em lágrimas contidas num sufoco que há algum tempo me impede de agir indiferente à sua existência. Só queria calar a voz que grita na minha cabeça o quanto precisa e ti e o quanto tem medo que não sintas a nossa falta. Mas não consigo.

Quanto à outra parte... Essa sorri e muito. Pena não ser minimamente sincera.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

o Raphael responde!

Ontem perguntei ao Raphael se caso eu vos pedisse para lhe perguntarem o que quisessem ele respondia a essas perguntas e, para espanto meu, ele disse que sim! 
Por isso aqui vai, podem perguntar o que quiserem sobre o que vos apetecer que o meu Guaxinim Totó vos vai responder!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

dia-fantástico! ou não.

ontem foi o meu dia de azar! primeiro, esqueci-me dos despertadores e adormeci porque, inconscientemente, se o despertador ainda não tinha tocado, então ainda não era hora de acordar. o que é certo é que deveria ir tomar o pequeno almoço com o Raphael antes de ele ir trabalhar e eu ir para a aula e andei a correr para depois ele me dizer que tinha perdido o autocarro e já não conseguia vir a tempo.

mais tarde, quando fui para as aulas, o prof de matemática estava a dar teste e acabou por dizer que os alunos que estavam a assistir faziam o teste depois. conclusão? andei a correr e saí de casa para nada.

da parte da tarde fui trabalhar e acabei por ficar mais tempo depois de o meu colega sair a fazer o caixa, inserir recibos no sistema e fazer a contagem do dinheiro. quando vou para pôr o dinheiro no cofre faço tudo direito mas, segundo o meu colega, não dei as voltas necessárias com a chave e por isso o resto do sistema bloqueou. resultado, fiquei uns 5 minutos a desesperar a tentar reabrir o cofre.

depois de desistir e sair para ir para casa, eis que fico sem bateria no telemóvel e, quando chego a casa, descubro que o chip (talvez com a descarga eléctrica ao perder a bateria ou algo idêntico) ficou desactivado e agora só vou votar a ter telemóvel quando sair do trabalho e for à loja pedir um novo cartão SIM. a sorte foi poder usar o messenger do Facebook no telemóvel e não ficar totalmente sem comunicações por isso.

até à meia noite que fiquei a ver se me abstraía e se especialmente não me mexia para não acontecer mais nada. isto tudo para hoje o cofre abrir normalmente, saltando uma parte do processo que eu não consegui concluir. grrrrr!

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

carta de condução

Se antes estava com receio ou falta de vontade de tirar a carta, agora começo a estar morta por me inscrever na escola de condução e começar. Não sei bem porquê esta mudança, sei apenas que quero mesmo. E tal como não sei o que me fez ficar com vontade de começar a tirar, também não sei o porquê de ter ficado pseudo-chateada com o Raphael quando me disse que se inscreveu noutra escola que não a que eu aconselhei, assim como quando me disse que estava nas aulas de código com o Seth e a Agness. O meu humor mudou por completo e parte de mim não faz ideia porquê. A outra parte lembra-se de quando ele me fez sentir incentivada a tirar a carta com ele quando falou em irmos juntos ao código entre outras coisas. Mas como não faz sentido ser só isso e ele não seguir o meu conselho, não sei.
E depois acabo por me sentir uma porcaria porque a minha cabeça nunca permite que as coisas sejam simples.

E como ele nunca aqui vem, e eu também não lhe vou dizer, vou considerar este um assunto a evitar para não haver mais mudanças de humor destas.
desculpa.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

"mesmo sem palavras, o nosso olhar fala por nós"

Quando há uns tempos andava no youtube a ver actuações da tuna do Raphael encontrei esta música, cantada por eles; Valsa do Olhar. Só posso dizer que me apaixonei pela música e fiquei de lágrimas nos olhos ao ouvir e ver o vídeo.
Quando os teus olhos dizem o que eu quero
Logo aos meus apetece responder
E ao ver a alegria dos meus espero, meu bem
Que os teus também se possam comover
Se os teus olhos dizem
O que não ousa a tua voz
Mesmo sem palavras
O nosso olhar fala por nós
Quando os teus olhos dizem em segredo
Coisas que só os meus podem entender
Fecho os meus olhos pois tenho medo, meu bem
Que seja tudo um sonho do meu querer

PS. Quem não gostava de ouvir isto cantado pelo namorado? Mas... estou só a dizer...! Pronto, ok, estou à espera de uma serenata. E já agora, cantas tantas músicas que aprendeste na tuna quando estás comigo e nunca te lembras-te desta?
É nestas alturas que mais tenho pena de ter apagado (por acidente) a gravação do nosso pseudo dueto.

domingo, 2 de novembro de 2014

nós arranjamos sempre uma solução

Eu: Tenho medo que os meus medos te afastem de mim. tenho medo que te canses de mim.
Raphael: O que cansa é tu não me ouvires por mais que eu te chame à razão, eu ajudo-te a lutar contra esses medos desde que me deixes e me oiças.

Se já ontem me soube bem o serão contigo, hoje, apesar de tudo, aquela tarde soube-me ainda melhor. Preciso disso sabes? Que às vezes me abanes e me obrigues a ouvir-te. Ter-te comigo e ouvir-te é muito diferente de ler uma mensagem a dizê-lo. Só gostava que tivéssemos mais tempo para nós, mas como nós próprios já sabemos, e já se tornou um lema nosso, "nós arranjamos sempre uma solução", e o futuro que nos aguarda, prometo-te eu, vai ser muito melhor e farei por não deixar que os meus medos sejam um obstáculo.

E para que conste, és mesmo das melhores, senão a melhor coisa, que me aconteceu!

sábado, 1 de novembro de 2014

Quase parece bom demais para ser verdade!

Jantar com o Raphael : quase normal mas muito raro. Jantar com o Raphael com o consentimento da minha mãe: evento do mês!
Ando mesmo impressionada com ela...!
E como amanhã vamos fazer voluntariado juntos ainda torna mais o fim de semana fora de série porque, regra geral, contam-se pelos dedos as horas que passamos juntos numa semana, e ao fim de senana, quase nunca nos vemos...
Gosto, gosto muito disto!