sexta-feira, 22 de maio de 2015

seguros, massagem, caixas, secundário e.... Taizé como remédio "santo"!

Este ano, a trabalhar, não vou propriamente ter direito a férias. Ou melhor, vou, mas são duas semanas das quais posso usufruir e vou usá-las precisamente para ir a Taizé com o meu Grupo Jovem - ou vá, 9 dias. Isto significa que a paz pela qual tanto ando a ansiar vai ser precisamente em Taizé que a vou ter de encontrar. E que melhor sítio que Taizé para a encontrar? Nunca lá fui, mas de tudo o que ouvi e me contam de experiências tenho a certeza que vou vir de lá como nova. E muito provavelmente com o meu caderno cheio de textos, poemas e desabafos, assim como o coração preenchido e descansado.
Mal posso esperar que chegue Agosto...

Até lá, só espero poder ir um fim de semana a Terras de Bouro para limpar os pulmões deste ar de cidade que me mata aos poucos...
Oh, wait, estou a trabalhar aos fins-de-semana! Vida a minha... Sim porque, esqueci-me de falar aqui mas aceitei estar mais 2 meses no Continente aos fins de semana... E iniciei agora também um Curso de Massagista, para além das aulas à noite para terminar o 12º! Dois empregos, e dois "cursos"... What else?

PS. O curso de massagista foi a melhor coisa que podia ter encontrado para estudar e me sentir realizada sinceramente. ainda não o tinha mencionado porque pronto... como disse, ando a precisar de paz, e não dou tempo a mim mesma para pensar em muita coisa que gosto.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

isto é falta de ar fresco, paz interior e um abraço que não chega

acho que me tornei insensível. habituei-me de tal forma à dor permanente que já não sei quando ou como chorar, já não sei nada... nem sei se estou triste ou feliz por tanto evitar ir abaixo. e talvez eu esteja vazia, completamente, e não tenha nada para dar a ninguém.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Parabéns Ferrero Rocher!


Parabéns meu palerma!


Tenho demasiadas palavras para ti, tantas que não sei como escolher as certas por ter tanto para dizer e por tu mereceres tanto o melhor do mundo. Por isso, vou ficar-me pelos "Parabéns". Não posso acrescentar nada que já não saibas, e mesmo que tentasse, tu lês-me os pensamentos permanentemente... És provavelmente a pessoa que mais consegue entender as minhas atitudes, mesmo quando eu não percebo, queres mais? Eu sou completamente doida e tu entendes uma doida... alta skill, diz lá? (e já estou a falar, awesome - outra skill, vês? pôr-me a falar sem sequer dizeres quase nada e, neste caso, não dizeres nada mesmo.)

É como disse antes, és alguém tão cheio de luz neste mundo tão cheio de escuridão... e esta é provavelmente a minha melhor forma de te mostrar o quanto te admiro já que, eu própria, me sinto tão carregada de más energias. Por outras palavras, e simplificando, fazes-me bem. God, eu complico tanto!
Mencionar que mereces o melhor do mundo (EU!) também não serve de nada, tu já o sabes, e não só tenciono tornar este dia melhor como também o resto da tua vida, se mo permitires, antes de namorada, como tua amiga. (olha eu a mencionar na mesma como quem não quer a coisa!). Opa, eu não tenho jeito para isto, sabes? Não contigo. Tudo o que temos sempre foi tão transparente que chego a um momento em que quero felicitar-te e não sei o que dizer, simplesmente. Tu sabes tudo isto e eu não sei por onde começar por entre a longa lista de coisas com a etiqueta "importante" por serem tantas. Este é o momento em que volto ao ponto inicial e me fico pelos parabéns sem apagar todo o raciocínio resultante da minha anormalidade misturada com ansiedade e café.... yup, é isso mesmo.

Parabéns Caleb!

e btw, a tua namorada pffff... é awesome! (uhuhuhuh, e sou eu!)

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Jamie

Olhos verdes, cabelo escuro desalinhado e uma sombra imperceptível de tristeza no olhar. Caminhava de cabeça baixa sem rumo certo e de pensamento vazio enquanto ouvia o som do vento a abraçar e despir as árvores em torno de si. As folhas caíam secas no chão e tudo o que ele desejava era ser uma daquelas árvores e que o vento o despisse das suas próprias folhas que, por mais verdes que estivessem, nunca lhe pareceram tão mortas. Talvez nunca tenham estado vivas, pensava, talvez eu nunca tenha estado vivo. Avançou por entre as folhas caídas e sentou-se entre algumas raízes salientes na terra de uma das árvores do jardim. Fechou os olhos como se os fechasse para sempre, encostou a cabeça ao tronco e também a ele o vento beijou e desarrumou ainda mais o cabelo. Sentia uma paz interior que era-lhe impossível de descrever de tão pouco possível que lhe parecia existir. É impressionante como o contacto com a natureza revitaliza o corpo e a alma. Queria chorar, mas já mal se recordava do motivo e a vontade desvanecia a cada minuto.
Nesse momento uma folha caiu-lhe no rosto que o fez abrir os olhos e esboçar um sorriso - esquecera qualquer lágrima que tencionava soltar. Levantou-se, com um leve sorriso nos lábios, e retomou o caminho que antes seguia deixando para trás, naquela árvore, uma parte triste de si que não queria reencontrar.

terça-feira, 5 de maio de 2015

quando as lágrimas não caem

estou farta de mim, sinceramente. não sei como alguém com toda a sua sanidade mental e no seu perfeito juízo consegue ter paciência para me aturar ou sequer importar-se comigo. muito menos gostar de mim como pessoa. estou farta da minha vida. e pronto, é isto.