Mostrar mensagens com a etiqueta inseguranças. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta inseguranças. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 20 de junho de 2017

ar e falta dele

há sonhos. mil e um sonhos que tenho guardados em mim. não é novidade nenhuma que a música é o que me preenche mais o coração mas é também aquele que mais me deixa insegura, a sentir incapaz; tudo de bom e tudo de mau...
começar a dançar e já ver possibilidades futuras deixa-me cheia de energia e alegria, mesmo que eu seja uma amadora, faz-me feliz e sei que os nervos, se afectarem, eu vou contornar e esqueço o mundo e sou feliz.
ir para teatro na universidade vai ser o melhor passo na vida que até agora vou dar (ou tentar dar). não sei vou conseguir, não sei se vou entrar, não sei como me vou sair, mas vou dar o meu melhor. 
mas a música... a música é aquela que me faz feliz desde sempre. quando eu era pequena, destas três vertentes, era a que eu mais gostava sem dúvida. e continua a ser. continua a ter um poder enorme e devastador também. porque falta o ar. falha a projecção. porque se olhar para trás vejo como estou melhor mas não chega. e faz-me sofrer. e esta falta de ar permanente que piora com o stress só me faz desesperar mais porque noutras situações eu consigo esquecer e não deixar afectar. mas na música... na música por mais ou menos capaz que eu seja, tudo fica pior e eu só me quero meter num buraco.

terça-feira, 29 de setembro de 2015

(in)segurança

Sinto o coração bater irregularmente e as minhas pernas abanam involuntária e repetidamente. Não me sinto minimamente em paz. É ansiedade, é receio... sinto um aglomerado de sentimentos percorrerem-me as veias, inundando cada célula do meu corpo com desespero. É tudo muito bonito, palavras... Mas do mesmo jeito melodramático que as escrevo, também o sinto - e preferia não sentir. Não faz sentido, simplesmente. Sei o que sinto, sei porque sinto; e por todos os motivos e mais alguns, quero desligar o botão e sentir que está tudo bem. 

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

nunca sais do meu pensamento.

adoro ouvir-te dizer o meu nome. adoro quando o sussurras para me acordar de manhã, quando o dizes para simplesmente me chamar para junto de ti... adoro o som da tua voz a apelar pela minha presença e atenção; ou simplesmente quando entre suspiros o meu nome se ouve saído da tua boca...

adoro, simplesmente. e para quem não gosta muito do primeiro nome, é estranho adorar ouvi-lo dito por ti. não sei, soa melhor sabes...? mas tu és assim; tu fazes-me sentir bem na pele que beijas. tu fazes-me gostar do que não gosto, ou pelo menos não me sentir mal com isso. é impressionante como em tão pouco tempo tenhas quebrado todas as minhas barreiras, compreendido as minhas fraquezas, aceitado e gostado daquelas que chamo de imperfeições. fazes-me sorrir com a visão que tens de mim. e quero ver-me como tu me vês. não me perguntes porquê, é uma sensação diferente da segurança que tinha antes. "sabes qual é a diferença para mim? nenhuma. eu amo-te a ti, como és", talvez este seja o motivo da diferença. não preferes x ou y, preferes-me a mim, seja como for. seja ao natural ou mais produzida, aliás, até acho que preferes a minha cara de sono aos meus poros tapados por correctores e maquilhagem.

e sabes? adoro quando olhas para mim e sorris; especialmente naquelas manhãs que entre um bom dia e a cara de quem acabou de acordar, os teus olhos sorriam tanto ou mais que os teus lábios. já sinto falta dessas manhãs a teu lado...

adoro ouvir-te dizer o meu nome, mas custa-me mais quando a rede está fraca e o som se torna menos perceptível. custa-me mais quando o teu corpo está a 600 km de distância do meu. custa-me mais quando me vou abaixo antes de adormecer e o cansaço te consome, e não ouves os meus soluços durante a noite. se estivesses comigo, apenas teria de me chegar para ti e adormecer nos teus braços, mas não posso fazer isso. e não sei o que pode ser pior, estares a 600 km ou a 3 km e mesmo assim pouco tempo poder passar contigo, quando há tanto com o qual ainda me custa lidar...

por isso, por favor, chama agora por mim. ou pelo menos diz o meu nome... sinto a falta de ouvir a tua voz, com fraca ou boa rede, do outro lado do país, e tão longe de mim... porque sempre que o dizes, te sinto mais perto, num abraço comigo, porque por mais longe que esteja o corpo, nunca sais do meu pensamento.

terça-feira, 5 de maio de 2015

quando as lágrimas não caem

estou farta de mim, sinceramente. não sei como alguém com toda a sua sanidade mental e no seu perfeito juízo consegue ter paciência para me aturar ou sequer importar-se comigo. muito menos gostar de mim como pessoa. estou farta da minha vida. e pronto, é isto.

terça-feira, 28 de abril de 2015

a partir de agora vou fazer monólogos com chocolate, pizza e batatas fritas!

é egoísta meu procurar ajuda. a verdade é esta. eu sei que ninguém me vai conseguir ajudar porque não há nada que alguém possa fazer. eu mesma já faço o possível, por isso, por muito que queira desabafar e precise não vale a pena tentar. para quê? deixar as pessoas à minha volta preocupadas e sem saber o que dizer? para receber respostas que me façam sentir que estava melhor calada? depois claro que recorro aquele que sei que me compreende por uns minutos. é o melhor da nossa amizade, sinceramente. mas não posso recorrer sempre a alguém, seja quem for. não posso precisar sempre de alguém para além de mim mesma. não posso ir abaixo, não de novo depois de 3 anos assim. já chega! estou farta de mim, farta do que faço às pessoas... e não é ser negativa e pensar sempre no mesmo, porque não penso. e quando penso e procuro, pedem-me que pare de pensar nisso. dizem-me para ser forte, para fazer o que tem de ser feito. já não o faço? sempre tirei da minha dor a minha força, sempre sobrevivi e sorri. antes de me abrir tudo era perfeito. para quê continuar um livro aberto?

sexta-feira, 27 de março de 2015

estou a precisar da minha dose diária de Ferrero...!

tens a capacidade de tornar tudo em algo perfeito. o momento mais simples torna-se mágico, o problema mais insistente torna-se possível de resolver, a maior ferida torna-se possível de curar...
és o palerma mais colado com o dom de me fazer bem e com a "cola" que preciso para juntar o monte de cacos em que estou... não sei como fazes, só sei que és o porto mais seguro que sempre tive de braços abertos para mim e aquele que sei que nunca vai partir.
quando cantamos juntos outra vez, Ferrero?

quarta-feira, 25 de março de 2015

Se(s), medos, e falta de Ferrero Rocher

durante mais de um ano lidaste comigo e foste das pessoas mais próximas, um dos poucos que ouvia as minhas lamentações, foste o único 'apenas amigo' que soube toda a minha história, mas mesmo estando sempre lá, nada disto te afectava directamente. conheces as minhas qualidades e defeitos, não te afastaste até agora porque haverias de afastar agora, dizes tu... mas a resposta é clara na minha cabeça, porque agora te pode afectar directamente. porque agora eu não lidar bem comigo e com o meu corpo vai recair sobre ti. as inseguranças e os medos vão recair sobre ti. como é que eu posso evitar ter medo de que toda esta carga emocional que sou não te afaste? eu juro que tento, mas olho-me ao espelho e não vejo nada que possas ver de jeito em mim. e gosto demasiado de ti para te desejar algo tão mau e instável como eu... 

segunda-feira, 23 de março de 2015

dás-me uma babete antes que me babe toda?

então é assim: ele fala e eu babo-me, ele sorri e eu babo-me, ele toca guitarra e eu babo-me, ele canta e eu super babo-me...

resumindo, eu não estou apaixonada pelo Caleb... o que eu sinto por ele é mesmo baba! pronto, ok ok... gosto mesmo imenso de ti!
mas isso não invalida que me derretas com muita coisa que fazes, fixe? fixe.

e o melhor de tudo é a confiança que tenho contigo há mais de um ano desde que nos tornamos amigos. o melhor de seres um dos mosqueteiros é que tanto tu como o Seth já conheceram quase todos os meu lados bons e maus, o melhor de tudo isto é que sei que me compreendes e sabes ver como me estou a sentir e, se não souberes, vou ouvir algo como "não sei no que estás a pensar, mas sei que não vale a pena pequenina" como hoje ouvi... o melhor é que sei que não te vais afastar por causa de um defeito x ou y meu, e eu tenho tantos!... 
e das coisas que melhor me sabe, sinceramente, é dizer "estás a pensar nisto" e tu não conseguires esconder que tenho razão e acertei. opá, aquelas coisas nossas!

sábado, 7 de fevereiro de 2015

auto-estima e amor


Li isto e toda eu me recordei de ti e da forma como me fazias sentir bem comigo, com o meu corpo, com a pessoa que sou.

vou só ali comer chocolate!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

és o melhor de mim!

caiu-me o mundo quando puseste a hipótese de partir sem partir de verdade para não nos perdermos. vou lutar por ti, percebeste?! e tudo o que está mal, momô, eu vou pôr no sítio! já não me deixaste a mim desistir, agora é a minha vez de te relembrar de como nos últimos dois anos nos mantivemos juntos e fortes acima de tudo por mais obstáculos que aparecessem no caminho.
o que está mal, muda-se. e sou eu quem está mal, são as minhas atitudes que estão mal, por isso, mudo pelo futuro que quero ter a teu lado!
prometo-te, eu, não te vou deixar ir assim!

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

um ano "cheio"

2014 deu-me e tirou-me muito. Foi um ano "cheio". Cheio de alegrias e alegrias. Cheio de cansaço e trabalho. Cheio de dilemas, ultimatos, desilusões e decisões. Ganhei e perdi muito. Foi o ano no inicio do qual fiz 18 anos e o quanto cresci desde esse dia até agora. Mas também foi um ano de luz e escuridão.
Neste criei laços mais fortes com uns e desisti de lutar por fortalecer laços com outros. Tive a melhor turma de sempre no meu 12º e também "fiquei para trás" a estudar. 2014 fez-me ver com quem posso contar realmente. Em 2014 mudei de casa e criei este blog e, mesmo sabendo que não é totalmente escondido do mundo, é nele que me sinto bem e em casa.
Espero que 2015, se não tiver o dobro do bom, que pelo menos não tenha o dobro do mau. Vai ser um ano difícil e de muita luta. As metas redobraram-se e agora não posso ficar para trás de novo porque sou eu quem vive a minha vida e a única que a pode mudar. 2015 vai ser mais um ano, e quero que seja, para mim, um renascimento depois de uma fase tão longa na escuridão.

Boas entradas, melhores sobremesas e um grande beijo!

Ps. O Raphael vai comigo, com a minha mãe e um amigo da minha mãe para o Gerês nesta passagem de ano... Podia ter mais sorte ao entrar no novo ano?! Não, claro que não podia!
Em breve vou tornar a ter tempo para estar mais aqui, por isso, não pensem que se livram de mim!

O Pinguim,
Misaki

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

noites e dias, tudo para esquecer

Foi uma noite para esquecer. Estar horas e horas acordada sem sequer ter sono depois de trabalhar e ter o corpo cansaço foi exaustivo. Queria ouvir a tua voz, queria mesmo, e precisava muito disso. Depois de uma noite tão reconfortante não deveria sentir-me assim... Agora, estou aqui. Em frente a um computador. Olho para o lado e só vejo trabalho que precisa de ser feito, mas a vontade é zero. Abro o blogger e uma quantidade enorme de comentários para responder. Sinto falta disto. Sinto falta de tempo para mim. Nem uma amiga presente tenho sido. Nem uma boa namorada tenho sido. Sinto-me um problema na vida dos outros...
E, com tanto que fazer, apetece-me fechar-me num quarto e desaparecer por umas horas. Mas não posso fazê-lo, por mais que queira.

E para me fazer sorrir um pouco, a rádio lembrou-se de passar o nosso "clássico"...

domingo, 2 de novembro de 2014

nós arranjamos sempre uma solução

Eu: Tenho medo que os meus medos te afastem de mim. tenho medo que te canses de mim.
Raphael: O que cansa é tu não me ouvires por mais que eu te chame à razão, eu ajudo-te a lutar contra esses medos desde que me deixes e me oiças.

Se já ontem me soube bem o serão contigo, hoje, apesar de tudo, aquela tarde soube-me ainda melhor. Preciso disso sabes? Que às vezes me abanes e me obrigues a ouvir-te. Ter-te comigo e ouvir-te é muito diferente de ler uma mensagem a dizê-lo. Só gostava que tivéssemos mais tempo para nós, mas como nós próprios já sabemos, e já se tornou um lema nosso, "nós arranjamos sempre uma solução", e o futuro que nos aguarda, prometo-te eu, vai ser muito melhor e farei por não deixar que os meus medos sejam um obstáculo.

E para que conste, és mesmo das melhores, senão a melhor coisa, que me aconteceu!

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

(im)pressão minha

A verdade é que odeio o meu corpo. Forma, cor, tudo... Sou magra demais e onde não devia, uma coisa branca com mais pêlos que o normal. Engordo onde preferia emagrecer. Sou magra onde preferia ser gorda. Não há soutien que me fique bem porque tenho costas magras para o "volume em excesso". Ainda não encontrei calças que assentassem bem no meu corpo. Por mais que adore comer e coma como um bicho sem olhar a calorias tenho 1,65m e 50kg. Não me consigo olhar ao espelho sem me sentir feia não tendo maquilhagem. Não consigo vestir um top sem me sentir mal com os meus pêlos. E talvez eu tenha aquilo que muitas outras raparigas querem mas não me consigo sentir bem comigo, especialmente depois de tantos anos a apontarem-me defeitos.
E depois vens tu elogiar o que detesto... Dizer que amas o que é meu porque faz parte de mim... Fazer-me sentir bem na minha própria pele... Dizer que quem me criticou e critica me deve invejar porque sempre te disseram que "a tua namorada é gira" e és dessa opinião. Olhar para mim como eu nunca olhei. E numa noite comigo consegues fazer com que durante mais tempo que o normal eu olhe para mim e me valorize, sorria e não me sinta envergonhada de ser como sou.
Até que aqueles sentimentos voltam. Até eu começar de novo a sentir-me mal. A sentir a falta do elogio, do carinho, do beijo no braço porque me queixei de ter pêlos ou na barriga porque disse não gostar, do abraço que só tu sabes dar... Volta o medo de que me vejas como eu vejo, de que não me queiras como eu não quero. E eu tento lembrar as tuas palavras e esquecer as dos que me criticaram...
Vais mesmo continuar a ver-me desse jeito?

terça-feira, 30 de setembro de 2014

onde se desliga o botão?

sim, sou insegura. sim, questiono e penso demasiado em muita coisa. e a fusão disso leva-me exactamente a questionar o que vês em mim... não questiono o que sentes por mim, isso é incontestável, apenas o que te faz senti-lo. o que viste em mim que tenha feito os teus olhos verem-me de outra forma. e tu dizes que já várias vezes mo disseste mas às vezes faz falta ouvir de novo porque, apesar de tudo, não foram tantas vezes como as que o meu coração ansiou por elas. e como sei e compreendo que cada pessoa tem o seu jeito próprio de viver cada sentimento, também sei e compreendo que não seja característico teu responder às questões que se criam na minha cabeça porque, para ti, é tudo tão nítido que não deixas que haja espaço para elas. estamos juntos, ponto assente - não há nada para questionar porque, se estamos, é porque algo nos une e não faz sentido questionar o porquê. mas tu és diferente de mim - e ainda bem porque pesas no outro lado da balança e me equilibras num ponto certo e não tão baixo -  e para ti tudo é simples; ou é ou não é e, mesmo sendo tu tão complexo quanto eu, não complicas nada. gostava de ser assim, inclusive tão segura quanto tu, mas ainda não aprendi, desculpa. e mostrar-te este meu lado tão mais frágil e sensível assusta-me muito...

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

mais um post derrotista

não vou mentir e dizer que não me deixa triste seres tão pouco emotivo e carinhoso. não vou mentir e dizer que não me sinto insegura. não vou mentir e dizer que não adormeço muitas vezes com lágrimas nos olhos. não vou mentir e dizer que não dói dedicar-me para ver um sorriso e sentir que não te dedicas de igual modo. não vou mentir e dizer que não me sinto cola e que tenho medo que te fartes de mim. não vou mentir e dizer que não me deixa triste que nunca aqui venhas só pela curiosidade de saber como estou. sempre fui sincera contigo, não vou deixar de o ser agora. sei que sabes tudo isto e que preciso de o deitar cá para fora. apenas dói e entristece e não sei porque sou assim e porque penso demasiado em tudo. odeio-me e tenho medo que um dia sintas o mesmo por mim. por isso parei de apontar-te e fazer-te ver os meus defeitos mil e uma vezes, talvez para te dar a oportunidade de ver as minhas qualidades e eu sentir que as tenho. mas o sentimento não muda e estou farta de praticamente tudo na minha vida. quero fazer as coisas certas...

quinta-feira, 24 de julho de 2014

despedida

Num abraço instintivo os nossos olhares encontraram-se, os nossos lábios tocaram-se e entre beijos saudosos rendemo-nos ao nosso amor. Despiste-me e libertaste-me das inseguranças, dos medos... "O que me importa és tu" disseste. E talvez no fundo eu já o soubesse mas precisava de o ouvir de novo, como se nunca tivesse sentido que me desejas a teu lado. Sou assim... de medos inseguros e perguntas cujas respostas muitas vezes já conheço... podes apontar como um grande defeito meu mas já de imensos defeitos sou eu feita... admiro-te por conseguires fazer sentir curado um coração já tão  cravado de cicatrizes e leve uma mente assombrada por tantos monstros... admiro-te por me amares e desejares como sou. Admiro o teu sorriso face a todos os problemas... sou talvez a pessoa mais afortunada no mundo por te ter na minha vida. Conseguiste. Destruiste todas as barreiras que se criaram desde a nossa última Lua juntos e eliminaste toda a distância que nos separava. Encontrei-me nos teus braços, encontrei-me no meu lugar e acredito que aquele foi o jeito de melhor nos despedirmos do quarto que durante meses foi testemunha do nosso amor.
Tinha saudades tuas e ainda sinto a tua falta...

sábado, 19 de abril de 2014

um chocolate quente e já passa...

às vezes sinto-me um bocado "overly atached girlfriend"... não sou de ser cola, não sou de querer e exigir saber a tua vida toda... não sou de não querer dar-te espaço para "as tuas coisas" - e se acontecer não é mesmo propositado - assim como não sou de querer que o teu mundo gire em torno de mim do mesmo modo que a minha vida não gira em torno da nossa relação... tu completas-me, fazes-me bem, mas isso não significa que eu tenho que viver exclusivamente para ti. pelo menos nisso, gosto de ser racional.
mas sei lá... eu sou aquela que um mês antes já está a ter ideias para ser querida contigo numa determinada data especial x. eu sou aquela que te fez algo especial tanto aos 9 como 12 como aos 18 meses, tudo super elaborado e pensado muito antes, mais no Natal, mais no teu aniversário... até no dia dos namorados... e só nem fiz quando fizemos 6 meses por estares na viagem de finalistas... eu sou aquela que se põe a divagar a meio da noite e te manda mensagens armada em nem sei bem o quê à espera de te deixar com um sorriso gigante quando acordares... eu sou aquela que goza contigo num segundo e no seguinte está a dizer que te ama só porque simplesmente a minha boca me levou a tal. sou aquela que se atravessa por ti, que te põe à frente das prioridades próprias sempre que sinta que precises de mim nem que não digas... sou aquela que procura sempre veracidade no teu sorriso e só te quer ver bem... posso errar mas nunca te quis ou consegui ver mal... e ainda que um lado de mim seja mais desligado de ti e de nós, o outro preocupa-se imenso contigo... e por isso e tanto mais tenho medo de ser uma colada... uma lamechas... muitas vezes sinto-me desse jeito por seres o oposto...por nunca ligares às coisas como ligo... por ver que ficas contente quando to faço mas não perderes tempo a fazer o mesmo comigo... por nunca teres perdido 5 minutos a asseguraste-te de que sei que me amas de súbito a meio do dia... acho que por isso mesmo valorizei tanto aquela surpresa toda no meu aniversário... não digas que "se fizeres muito depois vou habituar-me e quando não fizeres eu vou ficar triste" porque fazias naquele nosso Agosto das chamadas a meio da noite...  Fazias-me sentir como nunca ninguém antes fez... já sei que não é de ti ser super afectuoso mas sinto falta disso...
Desculpa... sei que quando chegares aqui e leres isto vais ficar triste comigo mas não posso negar o que sinto... lembras-te de todas aquelas coisas amorosas que me disseste há três noites atrás? faz-me sentir assim...
e por tudo isto te perguntei se eu era cola... e não por simplesmente não querer sê-lo...

quarta-feira, 16 de abril de 2014

"porque tu tens um sorriso lindo"

uma longa noite... os pontos postos nos is, de novo... depois de quase estragar tudo, de novo, e deitar tudo a perder... depois de choro e drama... depois de sentir que perdia o que me faz melhor por talvez parvoíce minha...
Raphael: Eu vou dizer-te uma coisa que quero que metas na tua cabeça mesmo sim?
Eu: O quê?
Raphael: Eu nunca idealizei uma pessoa para mim realmente. Tu apareceste e moldaste essa imagem de pessoa ideal para mim e eu se pensar em pessoas ideais ou em alguém ideal para mim só penso em ti e no futuro que quero ter ao teu lado.

sabes o que te digo? depois de tudo o que ontem me disseste, depois daqueles "se chorares olha que eu também choro", "dá-me mais dois motivos para estares comigo", "respira fundo vá: inspira.... expira... não estás a fazer como estou a dizer", "maluquinha...", daqueles risos, de todas aquelas lágrimas, depois de tudo... só posso repetir-te que não volto a tentar deitar tudo a perder ou decidir por ti s é ou não comigo que estás bem...
quero ver-te sorrir, quero ouvir-te rir, quero sentir os teus abraços e quero sentir todos aqueles "beijos verdadeiros" que dizias saber que tos dou. Quero sentir mais e mais vezes aquele acelerar do coração de felicidade ao ouvir-te... quero voltar a sentir que posso confiar em ti e quero acreditar que tudo o que me dizes é verdade...
Não, não somos perfeitos... não, as coisas não estão perfeitas, mas vão melhorar e sei que é ao teu lado que me sinto feliz e é juntos que estamos "perfeitos".
Amo-te!