Ele: "Não há nada melhor no mundo que isto..."
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017
terça-feira, 3 de janeiro de 2017
estrelas, um pinheiro e os teus braços
por isso, tudo o que desejo de 2017 é que seja tão bom como o primeiro dia acabou por ser, e que o melhor dos últimos três anos, continue junte de mim!
quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
2016, podes ir
Os anos passam por mim mas nem entusiasmo me trazem, nem diferença fazem. É só mais um: todos eles o foram e são. E já tentei que fosse diferente, mas volta sempre ao mesmo. Não há entusiasmo por esta quadra, nem há entusiasmo pelo começo de mais um ano, no geral. Quanto mais passa, menos quero que passe. Ou mais quero, para tudo isto acabar de vez.
Há cansaço, há vontade de desistir, há força que não sei se existe ou de onde vem. Quando desejei uma mudança, o Caleb tornou-se muito mais do que era na minha vida e isso foi a melhor coisa que aconteceu em 2015. Mas a verdade é que, não só no último ano mas nos últimos, não me consigo lembrar de motivos para estar ansiosa pelo futuro ou por um novo ano.
Por isso, este ano não vou fazer balanços. Se me passarem coisas boas para compensar as más... talvez.Não me apetece chegar ao final de um ano e fazer mais um post só para lembrar o quanto este não foi o meu ano.
Ou talvez o faça. Talvez uma réstia de esperança que 2017 seja melhor me faça fazê-lo. Só para olhar para trás e pensar que, no ano em que deixei de ser teen, encontrei muitos obstáculos e tirar algo de bom disso. Mas agora não... E, por agora, não... Porque no geral, 2016 foi o ano mais off que tive e nunca me senti tão no fundo.
P.S. O Blog sofreu algumas alterações, ainda que eu raramente aqui venha e publique não deixa de ser o meu pequeno refúgio e já há algum tempo que estava cansada de o ver igual.
P.S. O Blog sofreu algumas alterações, ainda que eu raramente aqui venha e publique não deixa de ser o meu pequeno refúgio e já há algum tempo que estava cansada de o ver igual.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2016
como deter-gente na copa
Desde que trabalho também em restauração já fiz um bocadinho de tudo. E tudo bem, porque fazer sempre o mesmo era chato.
Ontem decidiram mandar-me para a copa ao fecho, e tudo bem porque ficava no meu cantinho a lavar a loiça e já o fiz outras vezes. Mas, tudo bem, até perceber que tinha acabado o detergente e não tinha como lavar aquela loiça sem ser esfregá-la e tirar a maior sujidade com a pressão da água, e esperar que a máquina de lavar fizesse o resto.
Conclusão: acabei por levar mais 40 minutos, mesmo a despachar-me ao máximo, atrasar o chefe de turno e outro colaborador que queriam sair a horas, e lavar a loiça com a água a ferver com detergente que ficava na maquina de lavar para poder tirar aquela gordura toda.
Por isso, se hoje me mandam para a copa e me dizem que não há detergente outra vez, ao menos já sei como fazer milagres. Isso e rezar para não ficar outra vez presa com loiça empilhada à minha volta.
Ontem decidiram mandar-me para a copa ao fecho, e tudo bem porque ficava no meu cantinho a lavar a loiça e já o fiz outras vezes. Mas, tudo bem, até perceber que tinha acabado o detergente e não tinha como lavar aquela loiça sem ser esfregá-la e tirar a maior sujidade com a pressão da água, e esperar que a máquina de lavar fizesse o resto.
Conclusão: acabei por levar mais 40 minutos, mesmo a despachar-me ao máximo, atrasar o chefe de turno e outro colaborador que queriam sair a horas, e lavar a loiça com a água a ferver com detergente que ficava na maquina de lavar para poder tirar aquela gordura toda.
Por isso, se hoje me mandam para a copa e me dizem que não há detergente outra vez, ao menos já sei como fazer milagres. Isso e rezar para não ficar outra vez presa com loiça empilhada à minha volta.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2016
da cor da esperança
não sei se é de mim ou do mundo... não sei se é do café ou da falta de descanso... não sei se é de hoje estar mais sensível ou se é de pensar que me esperam 12 horas de trabalho... sei que hoje no espaço de meia hora, três pessoas me tocaram no coração e duas só me pediram informações - tão simples quanto isso, informações - e isso deixou-me feliz. e a terceira... deixou-me quase de lágrimas nos olhos e coração nas mãos ao ver as dela.
depois de ontem receber uma caneta verde que dizia "Vivei alegres." quando mais nenhuma tinha a mesma frase, isto só pode ser além a querer pôr-me a chorar baba...
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016
frustração
quando acho que não dá para me sentir mais frustrada, mais infeliz, mais incompleta, mais incapaz de seguir os sonhos que em tempos tive tão vivos... quando chega o ponto em que não dá mais. quando chega o ponto em que deixo de saber quem ou o que sou para além desta parte de mim. não se aproveita mais nada.
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
"mesmo à Misaki"
X: No início notava-se mesmo que eras tu a cantar. Aquela voz baixinha, mesmo à Misaki... Depois achei que era outra pessoa, ouviu-se alto e limpo e só à terceira é que percebi que realmente foste sempre tu a cantar.
Não sei se é bom, se é mau... Se é sinal que, mesmo fora da minha zona de conforto, quando me abstraio dos nervos consigo realmente fazer melhor ou se aquele cantar "mesmo à Misaki" (acerca da falta de projecção e volume das notas mais graves quando coloco a voz) mostra precisamente que há sonhos dos quais mais vale desistir... só porque sou afinada, sou porque os meus agudos são "bons", só porque no geral até consigo cantar bem, não quer dizer que isso seja algo que alguma vez eu vá poder seguir... e eu sei que nos ideais de meio mundo desistir dos sonhos é a última coisa a fazer mas, nada na minha vida é como eu desejava...
Não sei se é bom, se é mau... Se é sinal que, mesmo fora da minha zona de conforto, quando me abstraio dos nervos consigo realmente fazer melhor ou se aquele cantar "mesmo à Misaki" (acerca da falta de projecção e volume das notas mais graves quando coloco a voz) mostra precisamente que há sonhos dos quais mais vale desistir... só porque sou afinada, sou porque os meus agudos são "bons", só porque no geral até consigo cantar bem, não quer dizer que isso seja algo que alguma vez eu vá poder seguir... e eu sei que nos ideais de meio mundo desistir dos sonhos é a última coisa a fazer mas, nada na minha vida é como eu desejava...
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
falta.
falta carinho. falta atenção. faltam gestos que não chegam e se ficam pela intenção. faltas tu e falto eu. faltamos nós um no outro. falta o tempo, falta o abraço. mas enquanto não faltar amor sei que estamos bem. mas depois falta a paciência e torno-me em alguém que não quero ser. e aí falta a essência do que sou contigo. falta o entendimento. e de tanto que falta um vazio fica. uma ferida em aberto que não sara. e a insegurança aumenta, as incertezas começam a perturbar... e eu não sinto o chão por baixo dos meus pés. nem sei o que sinto na realidade... porque metade de mim é apatia e a outra metade melancolia.
quarta-feira, 21 de setembro de 2016
negative people
e é por isto que afasto toda a gente e fico no meu canto; porque ninguém precisa de alguém negativo como eu...
terça-feira, 6 de setembro de 2016
é o que dá não ter companhia
Quando dou comigo a sonhar acordada é um problema. É que eu imagino coisas que, quem olhar para mim, vai ficar confuso porque eu sorrio e choro sozinha com a minha imaginação... - sim, é grave a este ponto.
Isto é frequente mas o ambiente mais propício para acontecer é estar sozinha e com nada ou pouco para fazer. Por estar sozinha no escritório e com pouco para fazer passo 1/4 do tempo com cara de parva a olhar para o ar.
Então há um bocadinho lá estava eu, especada a olhar para o ar, (por algum motivo, de cada vez que quero escrever ar, escrevo amor...) a imaginar coisas idiotas. Coisas que envolvem anéis, fatos e um vestido que pode ou não ser branco... Eu que nem sou destas coisas... (sou sim, sou fria mas super lamechas) Escusado será dizer que uma lágrimazinha rolou feita aventureira e liguei ao Caleb só para ouvir a voz dele.
O que é que me está a dar?!
quinta-feira, 1 de setembro de 2016
espero que tenha sido a última!
O meu colega de trabalho entrou de férias e, por esse motivo, estou agora a trabalhar a tempo inteiro no escritório, sozinha.
No ano passado (10 meses depois de eu começar a trabalhar aqui), no período de férias dele vi-me obrigada a ligar-lhe quase diariamente por questões que, ou estavam dependentes dele (tive um caso complicado em mãos), ou eu não sabia como resolver o que, ainda hoje me sinto mal porque ele diz que lhe roubei o descanso das férias (naquele tom de brincadeira que uma pessoa sabe que tem muita parte de verdade).
No ano passado (10 meses depois de eu começar a trabalhar aqui), no período de férias dele vi-me obrigada a ligar-lhe quase diariamente por questões que, ou estavam dependentes dele (tive um caso complicado em mãos), ou eu não sabia como resolver o que, ainda hoje me sinto mal porque ele diz que lhe roubei o descanso das férias (naquele tom de brincadeira que uma pessoa sabe que tem muita parte de verdade).
Então este ano, tal como estava convencida no ano passado de que ia conseguir, vou fazer o impossível por não ter que lhe ligar.
Mas... hoje é o primeiro dia que estou sozinha e... como hei-de dizer isto? Basicamente, ao inicio da manhã, depois de 20/30 minutos a trabalhar, já lhe estava a ligar...
Recebi uma chamada por causa de um caso que eu sabia por alto o que tinha acontecido, mas para responder ao que me estavam a pedir, tinha que falar com ele...
Ligo-lhe e ele diz-me para quem tinha que ligar para me darem a informação que, por acaso, ele também não sabia...
Então lá liguei e depois dessa pessoa sair da reunião onde estava, falou comigo e lá me disse tudo o que eu precisava de saber...
Agora estou aqui a rezar para que não tenha outro caso como o do ano passado.
segunda-feira, 29 de agosto de 2016
Este blog precisa de lavar a cara!
Isto de ser meia "bipolar" é lixado. Em tudo. Mudanças de humor repentinas à parte, se há dias que quero avançar com uma revolução neste blog há outros em que fico sem vontade de cá pôr os pés ou sem sequer saber o que escrever... - e vamos ser sinceros, com um blog com este nome, uma pessoa quase só espera aqui coisas depressivas e tristes né?
(Provavelmente porque, quando lhe dei o nome, era um bocadinho esse o objectivo... ser a minha alma cheia de borrões e sombras daquelas que não dá para lavar.)
Por um lado é bom a falta de vontade de vir cá porque, se eu escrevesse nesses dias, este "Sombras no Olhar" tinha mais ar de panda de tão carregado que estava de maus pensamentos. É nesses momentos que me serve bem o blog privado... mas até esse tem um nome mais leve - "Depois do Luar" é mais decente né?
Conclusão, este blog precisa de lavar a cara... mas de esfregão mesmo! Se por um lado é o nome (que tanto me apetece mudar como manter), por outro é mesmo o design que já não me atrai tanto, ou o facto de não avançar com nenhuma das tantas ideias que já tive para torná-lo mais dinâmico...
Ou seja, acho que vou entrar em obras nisto e não me responsabilizo por acidentes que não há dinheiro para seguro. Também não me responsabilizo se isto ficar pior - porque com uma cabeça desarrumada como a minha, acho que mais "actividade bloglógica"é capaz de fazer mal a quem tentar encontrar algo de interessante aqui.
E pronto, é isto... tudo isto para dizer que vou tentar mudar um bocadinho o blog e estar mais por aqui. Eu falo mesmo imenso não?
quinta-feira, 25 de agosto de 2016
sim, isto é tudo saudades
Aquele momento em que, como o Caleb está há quase duas semanas de férias no Algarve, eu decido ver no Instagram fotos da praia onde ele está...
Mas só me aparecem fotos de raparigas em vez de fotos da praia em si...
E eu lá continuo a ver à espera de fotos da praia... mas ainda aparecem mais fotos de raparigas...
mais bonitas que eu e mais "avantajadas"...
Uma e mais outra...
E eu sei que ele me respeita e mesmo que até apreciasse outras raparigas, está feliz comigo mas tenho saudades dele...
E pareço uma idiota a ver fotos do sítio onde ele está como se isso me fizesse sentir mais perto dele...
Eu sei... sou mesmo dramática...
E tenho que parar com isto...
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
um colar.
Humanos... Nós e essa tendência de nos agarrarmos a objectos quando algo falta. De nos agarrarmos a coisas que nos tranquilizam porque vemos nelas um símbolo daquilo que falta. Humanos... Nós e essa mania que um objecto vai tapar um buraco no coração quando o que traz é um alivio momentâneo. Ou nem isso. Humanos... Nós e essa independência emocional que desaparece quando um olhar causa tremores por todo o corpo e um palpitar do coração. Nós e aquelas borboletas que trazem com elas sorrisos idiotas e suspiros sonhadores. Nós e essa complexidade amiúde nas coisas mais simples.
Ah, nós... humanos. Nós e essa peculiaridade sentimental tão comum mas que nos faz sentir especialmente únicos. A racionalidade da emoção quando nos falta aquela pessoa e a emoção irracional que nos assalta quando a vemos de novo. Sinto-me uma palerma a dizer isto mas quero bater-te à porta mesmo sabendo que estás a km de distância. Quero sentir que tentei ir ao teu encontro mesmo sabendo que te tenho afastado emocionalmente. Sim, admito. E admito para mim porque não creio que vás ler o que escrevo. Ou talvez admita porque sei que vais. Sou mesmo uma palerma.
Humanos... E é isso que faz de mim idiota; ser humana.
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Um 31.
11 de Agosto. Uma data que todos os anos tem um leve sabor amargo. Há um ano atrás estava em Taizé e muitas luzes se acenderam lá para mim neste dia. Nem me lembrei da data, sinceramente, e acho irónico que o que escrevi no meu caderno ao longo do dia tenha tudo a ver com o que esta data simboliza. E ainda bem, é bom sinal não me ter lembrado. É mesmo sinal que aquele lugar me limpou a mente de tantos pensamentos que me fazem mal. Mas este ano já não. Como costume lembro bem a data e o que ela significa. Mas a vida continua, e isto... é o que é, não há como mudar uma história e factos. As melhores histórias têm um enredo e caminhos atribulados, voltas e reviravoltas, obstáculos uns atrás de outros, mas é isso mesmo que dá gosto à vitória. As pequenas batalhas vencidas... por muito que custem.
Obrigada Mãe.
terça-feira, 26 de julho de 2016
tu, sempre tu.
não sei se te odeio, se me és indiferente... não sei realmente o que sinto em relação a uma pessoa que mal me lembro de ter conhecido mas que é o motivo de tudo o que me assombra na vida. se não fosses tu, hoje tudo seria diferente, tudo seria melhor. se não tivesses sido egoísta e feito tanto mal a tanta gente, se não tivesses destruído tantas vidas e levado tantas a um fim, se não tivesses sido esse monstro... hoje? hoje talvez eu estivesse a concretizar sonhos que não posso concretizar por ter que pagar pelo que fizeste. tenho pena de ti. tenho pena que tenhas sido tão vazia e sem conteúdo. o que não mata, engorda e hoje sou alguém mais forte. obrigada por isso. não só tu és motivo disso, é verdade, mas és o fantasma que assombra a vida que nunca terei. e não só eu. mesmo que todos me tenham tentado proteger, mesmo que eu fosse uma criança, muitas coisas eu percebia, na minha inocência, claro, e hoje vejo com mais claridade tudo, mesmo que muito ainda esteja por eu saber.
odeio-te? às vezes sinto que sim. outras vezes acho que nem isso mereces, assim como um perdão. como perdoar alguém que nem se arrependeu do que fez? que repetiu o mesmo com mais que uma pessoa, que não contentou com destruir uma vida... não sei mesmo o que sentir. sinto-me vazia.
"but now yout're gone"...
segunda-feira, 20 de junho de 2016
pelo menos estás bem
Sei que os motivos são os melhores mas tenho pena de voltarmos à rotina dos 15 minutos a correr e à tarde incerta para nós. Nos últimos tempos agarrei-me sempre ao facto de ter aquela meia hora para estar contigo, mesmo que fosse a levar-te a casa. Era maravilhoso para mim ter esses momentos extra. Mas não mais... e vou sentir ainda mais a tua falta.
terça-feira, 14 de junho de 2016
terça-feira, 7 de junho de 2016
porque continuo anormal ou pior
tenho saudades das conversas que tínhamos. da forma como me deixavas confortavelmente desconfortável e "sem travões" a falar contigo. eram raras, mas eram conversas que me faziam extremamente bem. também por isso sinto falta desse ultimo ano do secundário. até mesmo quando eu dizia alguma coisa e me dizias o que eu estava a sentir e eu tentava fingir que era mentira quando ambos sabíamos que tinhas razão. o jeito carismático com que lidavas comigo e com as porcarias que dizia em desabafo, foi o que mais me marcou em ti - e tenho a certeza que vais dar um óptimo psicólogo. não foi muito, mas foi o suficiente para hoje desejar falar de novo contigo sobre tudo o que me vai na cabeça. talvez tu compreendas e me digas, como sempre, directamente que sou maluca e devia estar num hospício. ou talvez não, e me digas que continuo a mesma anormal de sempre. sei que se estivesses a ler isto te rias na minha cara do quanto tornei aquelas conversas em algo "bonito". ainda me lembro de dizeres que eu era o sonho de qualquer psicólogo para estudar a minha cabeça, sempre com aquela tua cara que me fazia rir mesmo que me dissesses que "sou uma merda" - a tua celebre frase para metade de quem te conhece.
mas mais que essa, uma frase nunca me esqueci e às vezes penso nisso nos momentos de mais fraqueza: "é impressionante como continuas a sorrir mesmo depois de me teres dito tudo isso que te magoa. mesmo de lágrimas nos olhos sorris como se nada fosse, e isso não revela fraqueza"
espero que daqui a uns anos, de curso tirado, te disponibilizes para ser o meu psicólogo.
sexta-feira, 27 de maio de 2016
só faltava ter sonhado com pizza...
Aquele momento em que no meio de um sonho aleatório, sonho que o Papa Francisco me deu 5€ e me disse "agora trabalha pelo resto" - acordo de manhã com uma mensagem sobre uma oportunidade de emprego na Pizza Hut.
Dios mío.
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